quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

"Fantástico Sr. Fox" - O Cantinho do Velez


Classificação: 8/10

O filme “Fantastic Mr.Fox" ( Fantástico Sr.Fox ) é uma animação feita em stop-motion dirigida por Wes Anderson. A primeira reacção assim que começa o filme é de facto como está feito este tipo de animação. Stop-motion, para quem não sabe, é uma técnica de animação que envolve bonecos e também claro paciência pois o animador tem que movimentá-los 24 vezes por segundo. A história baseia-se no livro homónimo escrito por Ronald Dhal (autor de Charlie e a Fábrica de Chocolate). Este filme surpreende também pela “dream team” de actores de Hollywood que colaboram neste filme sendo de destacar George Clooney, Maryl Streep, Jason Schwartsman e Bill Murray.


Mas, não se deixem enganar, apesar parecer um simples filme infantil com uma moral no final, Fantástico Mr.Fox torna-se mais num filme para adultos que pode ser visto por crianças em vez de um filme para crianças que pode ser visto por adultos.

Pois bem, vendo todas estas características, temos todos os ingredientes para uma excelente animação.
Assim surge Sr. Raposo (George Clooney) e Sra. Raposo (Meryl Streep), que abdicam da sua vida de ladrões de galinhas quando Sra. Raposo diz que está grávida. O motivo? Construir uma família com empregos honestos e uma vida sociável. Foi assim que Sr. Raposo arranjou emprego como colunista de jornal. Mas será este um adeus às aventuras de Sr. Raposo?
Sr. e Sra. Raposo posteriormente mudam de uma simples e humilde toca para uma árvore, onde passou a ser o seu lar. Mas a compra desta casa tinha um simples conveniente, estava situada em frente à casa de três agricultores locais que eram conhecidos pelos seus métodos ultra fortes de segurança.

A partir daqui o filme assume um ritmo frenético de perseguições, apesar do stop-motion, onde é por demais evidente, todo o processo de construção de personagens cheias de imperfeições e problemáticas, características de Wes Anderson.
É então assim que Sr. Raposo transforma-se num autêntico Danny Ocean numa tentativa de assaltar as três quintas dos agricultores.

Apesar de ter algumas falhas que são normais nos filmes stop-motion este filme conseguiu surpreender-me na positiva e por isso merece uma” postagem” neste blog. Na minha opinião a história deste filme pode conseguir surpreender pela simplicidade com que nos é dada.

No final, ficamos com a clara sensação de que o realismo tridimensional acaba por ser, na sociedade actual, demasiado valorizado retirando uma certa capacidade/responsabilidade de imaginação no espectador, na hora de ver o filme. A mesma capacidade que Wes Anderson soube cultivar num filme inteligente, que nos faz viajar sem termos de recorrer a qualquer tipo de óculos especiais, e que faz de «The Fantastic Mr. Fox» um autêntico gourmet dentro do seu género e, porque não admiti-lo, no cinema em geral.


Classificação: 8/10


Link IMBD: http://www.imdb.com/title/tt0432283/

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Presidência da República 2011

Durante este mês a notícia que tem estado assim mais na ribalta é, como era de esperar, a corrida à Presidência da República. Apesar de muitos acharem que é um cargo com o poder da Rainha de Inglaterra, penso que isso não é a verdade. Eu vejo o Presidente da República como a autoridade máxima de poder e que é principalmente e deve ser, uma figura política e socialmente influente. Deve ser quem guarda a porta, deve servir de bússola moral e deve ouvir o que os cidadãos querem e transmiti-lo ao poder político. Na Constituição da República Portuguesa o PR representa a República Portuguesa, garante a independência nacional, a unidade do Estado e o regular funcionamento das instituições democráticas.

Por tudo o que já disse penso que seja de extrema importância que todos os cidadãos votem em consciência. Mas que principalmente, votem! Esta é a principal mensagem que eu vos quero transmitir. Aos que podem votar, votem no próximo dia 23 de Janeiro, os que ainda não podem, convençam os vossos pais a levantar o rabo do sofá e ir fazer um x numa folha de papel. O acto de votar parece quase insignificante, mas é a fundação da nossa democracia portanto peço que exerçam o vosso direito e dever cívico.

Para continuar sobre este tema das presidenciais, vou durante os próximos dias publicar algumas opiniões sobre os diferentes candidatos. 



P.S.: Estejam atentos nos próximos dias que vamos ter algumas novidades.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Ano Novo, Vida Nova?

Yay! O primeiro post oficial de 2011, sei que todos os meus fãs estavam ansiosamente à espera (este gajo tem um bocado a mania) Do que vou-vos falar um bocadinho vai ser sobre a nossa estranha tradição do Ano Novo.

Nunca pensaram nisto? Vamos fazer uma experiência, imaginem que um extraterrestre vinha ao planeta Terra investigar sobre a nossa cultura, costumes, etc. Pois então, aprendia tudo sobre o Natal, a Páscoa, o Dia do Pai, da Mãe, do Periquito e de Todos os Santos. Agora imaginemo-nos da pele do extraterrestre a pensar sobre o Ano Novo. "Estes humanos são doidos! Só porque a Terra deu uma volta completa ao Sol fazem uma festa gigante, que é praticamente universal e em que está provado que a felicidade geral da população aumenta. Quer dizer, estes humanos não me parecem ser muito inteligentes. Fazem uma festa de arromba só porque a Terra deu uma volta ao Sol, realmente! E pior, quando tocam as 12 badalados é suposto comer uma passa/uva/pinhão (já vi de tudo), uma para cada mês do ano, é suposto vestir uma cueca azul, entrar com o pé direito, estar em cima de uma cadeira na passagem de ano e muitas mais tradições a que todos ele se sujeitam todos os anos. E agora o mais esquisito de tudo é que quando o Ano Velho vai-se embora e o Ano Novo entra (é bom deixar uma janela aberta) eles bebem champanhe e dão um beijo a cada um como se estivessem a ver pela primeira vez e dizem Bom Ano! Sempre que vêem alguém que não viram o ano passado." Não acham isto extremamente estranho? Eu acho.

Pois deparado com esta estranheza decidi pensar sobre o porquê destas tradições. Eu acho que o Ano Novo é principalmente sobre novas oportunidades. Nós fazemos esta festa toda porque passado um ano, temos outra oportunidade para fazer tudo aquilo que fizemos mal no ano anterior. Corrigir as desavenças, fazer o que não fizemos.

Depois desta explicação espero que o extraterrestre fique a perceber melhor o porquê desta festa toda. Pode ser que até a leve para o seu país natal.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Olha, até para o ano!

Bem, agora vou fazer interromper a minha actividade no blog. Até dia 3 de Janeiro não vou pôr nada de novo portanto escusam de cá vir.

Para me despedir só tenho uma coisa a dizer, Bom Natal e Bom Ano Novo!

Até já!

domingo, 19 de dezembro de 2010

A crise "deles"

“You want the truth? You can’t handle the truth!” (Queres a verdade? Tu não aguentas a verdade!) Esta frase resume aquilo que eu vos vou falar aqui.
Nos cartazes do PCP e do BE podemos ver várias frases do tipo “Eles é que vivem acima das nossas possibilidades!”, “O povo é que paga!”, etc. Pois então vamos pensar um pouco, quem são eles? Supostamente são os políticos que estão a mandar. Mas agora temos um problema, para já tanto o BE como o PCP estão a mandar, apesar de terem menos poder que os outros, logo pelo que eles dizem, eles próprios também vivem acima das nossas possibilidades. O outro problema é que quem manda realmente é o povo e nas votações o povo é que escolhe quem quer para “viver acima das nossas possibilidades”.
O meu problema com este tipo de slogans do PCP e do BE é que a crise não é deles e quem paga não somos nós, a crise é NOSSA e quem paga somos nós e eles. É muito fácil culpar os que estão no poder, é muito fácil dizer que somos uns coitadinhos e que quem paga são sempre os mesmos. O que é difícil e o que é a verdade inconveniente é que a culpa desta crise é nossa, tanto do povo como dos políticos. Cada um de nós teve a sua quota-parte para chegar ao sítio onde estamos. É difícil pensar assim não é? É muito mais fácil lavar as mãos do assunto. Mas antes de pararem de ler deixem-me explicar.
A culpa é nossa pois fomos nós que os metemos no poder. A culpa é nossa porque quando nos baixavam os impostos não pensamos sequer que consequência é que poderia ter no futuro. A culpa é nossa porque enquanto construíam auto-estradas a torto e a direito ninguém se preocupou com o futuro. A culpa é nossa pois quando nos faziam promessas impossíveis nas eleições nós acreditávamos que eram possíveis, mas depois vamos crucificá-los por querer cumpri-las. Por isso tudo a culpa é nossa e nós é que vivemos acima das nossas possibilidades. Não tentem negar porque eu sei que é difícil admitir, é mais fácil dizer que a culpa é dos agiotas ou então dos malvados mercados. Agora se a culpa é nossa, é mais que óbvio que nós temos que pagar por isso.
Esta é a verdade feia e avassaladora que ninguém quer admitir. Vou esperar que consigas lidar com ela.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

É Natal!

Sempre que chego a esta altura do ano, há uma sensação especial que me envolve. Venham-me dizer que é consumismo, que é uma perda de tempo, que é uma estupidez, mas uma coisa é certa, o Natal tornou-se uma instituição social com um peso enorme na vida das pessoas. Ficamos todos mais contentes, apesar do frio que costuma estar. Vemos que as pessoas dão mais nesta altura do ano.
Para mim o Natal é estar com a minha família e divertir-me como me costumava divertir. Lembro-me quando era mais pequeno, o que eu queria não era os presentes, eu ficava mais entusiasmado era mesmo por ver as pessoas a chegar, família que às vezes só vemos de vez em quando, ali toda reunida, a falar e a partilhar. Infelizmente a minha família já não é como era, alguns divorciaram-se, outros já cá não estão. Agora para mim o Natal já não é tão bom como era, perdeu o seu brilho. Não sei se será de ter crescido e agora perceber que não são só contos de fadas ou se será mesmo culpa da família. Agora quero relamente as prendas, o que é sempre bastante agradável.
O Natal é um festa e por isso celebrem-na, com amigos família como quiserem! Espero que tenham um Natal fantástico e muito obrigado por lerem.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Falhar

Quando se falha a fazer alguma coisa, a sensação nunca é das melhores. Uma coisa é mais que certa, quando se falha, a reacção do falhado depende de pessoa para pessoa, há quem chore baba e ranho, há quem entre em depressão, há quem fique com mais motivação e continua a tentar, há quem quer ficar sozinho, há quem desiste por completo, há quem faça isto tudo e muito mais. Quando eu falo em falhar, tanto pode ser falhar um lançamento ao cesto no basquetebol, falhar porque se tem uma nota menos boa, falhar porque não conseguimos fazer o que queríamos, falhar quando não conseguimos que alguém goste de nós.
As pessoas não estão feitas para falhar, nós temos que ser perfeitos, nunca podemos falhar. Hoje em dia, o falhanço é perder tudo, pois à velocidade com que as coisas se passam, ou se cai e se volta a levantar muito rapidamente ou então estamos acabados. Tal como um colega meu disse: “Se a vida é uma grandeza vectorial, então falhar está na variação oposta de sentido” e tem toda a razão. Eu acho que nós não somos perfeitos. Até a nossa próprio biologia e a própria física e química nos dizem isso, a imperfeição é que fez com que evoluíssemos de macacos para humanos e fez com que o universo surgisse. Pois parece-me a mim que a única constante a vida será mesmo o falhanço, a imperfeição.
O que eu penso que distingue os bons dos maus é a capacidade que existe para cair e voltar a levantar. Isso é que nos distingue. Pense em que lado ficará.
PS: No próximo post vou falar sobre o natal para acordar o espírito natalício. Fiquem à espera…

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Dinamizar Jovem

Um blogue de um colega meu em que vai expor ideias para modificar o sistema educativo português para melhor. Vai também um link de uma petição online, se concordarem assinem.
Por uma educação melhor!






sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Acreditar ou não acreditar, eis a questão...

Penso que pelo título, já sabes daquilo que vou escrever. Mas estás enganado, não irei escrever sobre Deus ou a Igreja... Vou escrever sobre as convicções que todos nós temos.

Um colega meu, no outro dia, alguém disse que tínhamos que rezar um pai-nosso. Só por brincadeira fui ver se ainda me lembrava da lenga-lenga "Pai-nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome..." pois então esse tal colega passa por mim e diz-me "Eu não acredito nessas coisas, então agora vou estar a falar sozinho, que estupidez! Vou rezar como se estivesse alguém no Olimpo a ouvir-me, só faltava mais essa!". Eu, apesar de não acreditar em Deus, acredito no que a Igreja Católica prega e não o que faz. Penso que esses são os fundamentos da nossa sociedade atual. De qualquer maneira, o que esse colega meu fez foi ridicularizar as crenças dos outros, rebaixá-las ao máximo, estupidificá-las... Enfim, o que é mais que certo quando lidamos com uma pessoa que acredita em algo que nós não acreditamos, o mínimo que podemos fazer é mostrar um certo respeito pelo que nos está a ser dito e se essa pessoa estiver errada, tentar convence-la respeitosamente a deixar de acreditar naquilo que acredita. Se eu acreditasse que o céu era cor-de-rosa, então não seria muito difícil convencer-me do contrário, seria só preciso levar-me para a rua e fazer-me olhar para o céu e constatar que era azul. Agora no caso de existência de Deus, é um caso mais complicado, nem os que acreditam podem comprovar que existe, nem os que não acreditam podem comprovar que não existe. Portanto até descobrirmos se existe ou não, temos de ter respeito de ambos os lados. Tanto os que acreditam como os que não acreditam devem ter respeito pelo lado contrário, o que nem sempre acontece. Desta maneira é possível ter uma discussão civilizada sobre estes assuntos e desta maneira podemos ouvir as razões pelas quais os outros acreditam naquilo que acreditam e vice-versa. Espero que quem ler este texto tenha pelo menos ficado a perceber que é preciso respeito. Muito respeito.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Tudo&Nada

Tudo e Nada... Este nome para o meu blog foi escolhido completamente aleatoriamente. Pensei para mim e disse, vou fazer um blog. E cá está ele. Agora o que faltava era o nome. Infelizmente tinha uns quantos na cabeça mas nenhum deles dava porque já estavam utilizados. De qualquer maneira este nome acaba por ter bastante significado. Afinal tudo é relativo, pelo menos para mim. Os assuntos que aqui trato podem ser tudo para mim mas para outra pessoa qualquer podem não ser nada. Nos textos que falo tento sempre não ter uma opinião fixa, porque afinal tudo é realtivo. Daqui para a frente vou tentar reforçar esta postura relativista. Espero que gostem...

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Ser Português

Hoje vejo amigos e conhecidos a olharem para Portugal e dizerem que preferem o Japão, os Estados Unidos etc. Certos que estes países são mais ricos, são melhores, as pessoas vivem melhor. Existem muitas razões para nós, portugueses, velhos ou novos, gostarem de outros países. Afinal aqui nada funciona, é só crise! Agora pergunto-me será que estas pessoas que detestam tanto Portugal ou gostam mais dos outros países conhecem realmente o que é ser português, o que é ser Portugal?

Para mim ser português, ser Portugal, é tudo o que vemos nas nossas ruas. É ir a uma praça e ver as mulheres a venderem peixe, é ir às festas tradicionais e ouvir música pimba, é sentirmo-nos em cada rua como se estivéssemos em casa, é rirmo-nos do que não tem piada, é desenrascarmo-nos quando não há outra maneira, é ser o mais simpático e acolhedor, é fazer escabeche a torto e a direito, é conhecer a nossa história, saber o que fomos, emocionarmo-nos com o que fomos, é aspirar a ser melhor cá dentro, é ir às ruas de Lisboa e sentir a nossa história, é ajudar os outros quando eles precisam. Ser português é falhar e recuperar. É ver as nossas festas e festejar. Comer a nossa comida e saborear. Ver as nossas vistas e descansar. Ouvir a nossa música e imaginar…

Portugal para mim é o melhor país do mundo. Portugal é a minha casa, onde cresci e onde quero viver! Este Portugal somos nós com todos os nossos defeitos e perfeições. Eu tenho vergonha de que diz que não tem orgulho em Portugal. Tenho vergonha de que tem vergonha de dizer que é português! Tenho vergonha daqueles portugueses que dizem que o Japão, os Estados Unidos são melhores que nós pois esses não sabem quem somos. Para mim nada é melhor do que chegar a casa depois de um dia cansativo e pensar que pertenço a um povo com mais de 8 séculos de história.

Agora pensem, pensem e repensem. Se estivessem noutro lado qualquer, estariam melhor?

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Esta juventude!


Depois de ver este vídeo, tenho que concordar com quem diz que "esta juventude está toda perdida!"...

domingo, 24 de outubro de 2010

A piada de isto tudo

Com tanta coisa a passar-se agora, nem sei por onde começar… Temos orçamento de estado, chaves em Portugal, mineiros no Chile, ataques terroristas na europa, horta na casa branca, guerra no Iraque, bombas em Israel, casa dos segredos, orçamento de estado, Sócrates vs. Passos coelho, défice a subir, juros a subir, ordenados a descer, eleições no Brasil; (pausa para respirar); Teixeira dos Santos, jovens sem emprego, eleições presidências, Cavaco calado, orçamento de estado, novas tecnologias, SIDA em África e etc. Podia continuar, mas já fiquei sem palavras. Para responder ao título, a piada de isto tudo é que não tem piada nenhuma. Somos constantemente bombardeados por este tipo de informação, a maior parte são coisas terríveis e parece que ninguém se importa. Parece que as pessoas ouvem e desligam. Como é possível? Eu sei como, porque até eu o faço. Longe de vista, longe do coração. Nós pensamos que com todos os nossos problemas pessoais, deixa de haver espaço para os problemas que realmente devem ser resolvidos. Quantas vezes já vi raparigas a chorar quando o namorado acaba com elas e quando vêm uma notícia que morreram x pessoas nem sequer um sinal de tristeza? As prioridades estão todas ao contrário. As nossas cabeças estão todas ao contrário. Mas infelizmente há pouco que nós possamos fazer por isto tudo, a única coisa que nos resta é vivermos passivamente, passar ao lado destas notícias e continuar a rir, antes que nos apercebamos que nada disto tem piada.