terça-feira, 31 de maio de 2011

Concurso "Se eu fosse cientista!"

Como podem ou não saber, o Tiago Vidal, o Gustavo Gonçalves e o André Carvalho (todos meus colegas de turma) entraram num concurso promovido pela Ciência Viva e pelo jornal "Ciência Hoje". Este concurso tinha como objectivo a investigação sobre um determinado cientista. Os meus colegas, a equipa "Totipotentes", escolheram o Dr. Carlos Lima. Neste concurso existiam 4 fases, das quais em duas era necessário a realização de um vídeo sobre Os Momentos de Angústia e Glória do cientista, e foi aqui que o vosso amigo Rodrigo entrou. Ajudei principalmente na montagem e na edição dos vídeos e como me senti de alguma maneira envolvido no projecto decidi partilhar aqui os vídeos que fizemos É também importante mencionar que a equipa chegou à final do concurso e acabou no 6º lugar em cerca de 200 equipas participante. Gostaria também de demonstrar o meu agrado por ter trabalhado num projecto com esta equipa e apesar de não ter nenhum prémio oficial, penso que posso-me orgulhar de trabalhar lado a lado com a equipa muito esforçada com que trabalhei e penso que aprendi muito com eles e espero que eles tenham aprendido alguma coisa comigo também. Para finalizar tenho que deixar um agradecimento à Professora Filomena Sousa, a professora encarregue da orientação deste projecto, pelo seu contributo fulcral na união e coesão do grupo.






Saibam mais sobre este concurso e vejam os vídeos da prova final.

Piadas Matemáticas

(Atenção! Algum deste conteúdo não é adequado para os mais jovens. Quem não gostar de piadas um bocadinho apimentadas por favor não leia.)


1 - "Como é que a tangente faz sexo com o seno? Vai-lhe ao co-seno."


2 - "Numa festa os numeradores encontram-se e um deles pergunta:
- Então e os denominadores?
O outro responde :
- Cortaram-se.."



3 - "O que diz um matemático quando vê uma multidão?
- Hei, tan' tangente."


4 - "Há três tipos de pessoas no Mundo: as que sabem contar e as que não sabem..."

5 - "O que é uma mulher? É um conjunto de curvas e contracurvas que fazem endireitar um segmento de recta."


quarta-feira, 11 de maio de 2011

"Olha O Passarinho!"



Projecto criado pela Professora Filomena Sousa da Escola Secundária Anselmo de Andrade, em conjunto com as turmas A e B do 11º ano. Eu fiz parte do projecto e fiz a edição do vídeo. Espero que gostem e divulguem.

sábado, 7 de maio de 2011

Para fazer a diferença basta um!

Realmente, nós queixamo-nos de barriga cheia. Se calhar estou a adotar aquela postura “Há pessoas em condições bem piores!”. Mas, na verdade e se tomarmos atenção, é isso que se passa. Apesar de tudo, somos um povo extremamente hospitalar e ainda nunca ouvi nenhum estrangeiro queixar-se do nosso trato, da gastronomia, do ambiente e muito menos das paisagens de Portugal. Isto para dizer que, apesar de chover como se não houvesse amanhã na zona do Alentejo onde me encontro, estou perante uma das mais bonitas paisagens que alguma vez vi.
Valorizar o que é Portugal é como valorizar uma pessoa que amamos e tenho pena que a maioria dos portugueses continue a escolher os estrangeirismos quando, até os estrangeiros escolhem Portugal.
Ainda assim, não cheguei ao cerne da questão. Se nós nos amamos uns aos outros (ou fingimos que amamos), por que não amar o terreno que nos permite amarmo-nos uns aos outros? Continuamos a ser hipócritas e, por vezes, quando as pessoas contribuem para um ambiente melhor é apenas para comunicar aos outros que o fizeram e não, porque é um dever cívico e um direito que o planeta que nos acolhe tem. Chega ao cúmulo de se viajar de comboio para que quando se chega ao destino, comentar com os amigos, na altura em que falam sobre o aumento do preço do combustível, “ Eu não tive esses problemas, eu vim de comboio!”, apenas e só para ouvirem:” Uau! Assim foi menos um a poluir.”.
Enquanto a preocupação ambiental for com o propósito de “Inglês ver” o país não avança. Enquanto não agirmos por nós ao invés de agirmos pelo que os outros vão pensar ou comentar, não evoluímos.
Esqueçam o resto, lembrem-se que para fazer a diferença, basta um!

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Declínio dos Impérios


Vídeo executado por Pedro Miguel Cruz que recentemente recebeu um prémio na área da animação gráfica, num feira internacional em Los Angeles.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Filosofia

Hoje tive uma aula particularmente estranha. Hoje falámos dos métodos que os cientistas usam para descobrir e criar ciência. Eu, todo contente achava que a ciência era uma coisa que era comprovada pela experiência, mas parece-me agora que era uma ideia um pouco redutora.
Em Filosofia, fazemos muitas coisas. Bem, no fundo, só fazemos uma, refletir, refletir e refletir sobre a reflexão. Então foi exatamente isso que fizemos, com a ajuda do nosso amigo K. Popper e D. Hume viemos a descobrir que realmente existem duas grandes abordagens para a investigação científica, o método do indutivismo e o outro, que tem um nome que é normal não conseguirem pronunciar à primeira vez, o método do falsificacionismo. O método do indutivismo consiste em fazer teorias tendo os factos em mente e depois confirmá-la através da experiência e aplicar essa confirmação a todos os casos e o falsificacionismo consiste em dar um palpite e ver se ele realmente é verdadeiro ou não. Não parece muito difícil de compreender, até são coisas simples, dizes tu. Mas não, isto é uma coisa muito filosófica. E sendo isso mesmo, temos de refletir e viemos a descobrir que nenhum dos métodos é bom. Resultado, muita conversa e nada de bom que se tira disto. Em todos os assuntos que estudamos em Filosofia acontece o mesmo, muita conversa e depois nunca se conclui nada plausível porque tudo é relativo. Isto é o que mais me irrita na Filosofia. Temos que pensar e pensar e nada de bom sai disso sem ser o próprio exercício de pensar. Pensámos sobre os métodos da ciência, a ciência é melhor por causa disso? Descobrimos a cura para o cancro por causa disso? Eu acho que não. O que mais me irrita mesmo é sair de todas as aulas com um sentimento de insegurança terrível. Sinto que as minhas bases foram todas abaladas e que não posso confiar em nada. Mas o mais fantástico disto tudo, é que depois de toda esta conversa, depois de tanta reflexão, chego a casa, esqueço-me do que falámos e continuo a confiar porque as coisas funcionam, sem ter de fazer uma reflexão demasiadamente profunda sobre as coisas. Também posso agora fazer um exercício filosófico e também para acabar sem concluir, à moda filosófica. Será que eu penso assim porque acho que é o mais correto ou porque simplesmente sempre fui ensinado de maneira a não pensar nisso e a tomar tudo por certo? Eis a questão... (que raiva!)

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Que Confusão


Bem, cá estamos. Estamos, isso é certo. Para onde vamos? É difícil saber. Fácil é dizer de onde viemos, mas isso agora pouco interessa pois parece que o sítio de onde viemos não é assim tão bom como achávamos.
Para onde vamos, é a pergunta que se impõe. Mas só fazer esta pergunta pressupõe que vamos juntos e só isso já é muito bom. O futuro parece-nos incerto, está escuro, está frio, queremos parar de andar mas o tempo não deixa. Não podemos fazer muito, mas estamos juntos. O FMI está cá, a ajudar-nos ou talvez não. Os partidos estão virados do avesso, nem eles sabem o que fazer, está tudo à espera das eleições. Estamos sem uma cabeça, não temos líder, não temos nada a que aspirar, vivemos como se hoje fosse o último dia mas esperamos que não seja. Eu sinto-me triste. Sinto-me mal. Não vejo nada, tudo está escuro e frio.
A única coisa que nos faz continuar é olhar para o lado e ver outros como nós, com frio, sem ver, confusos, sem saber a que a estrada os levará. Estamos juntos. Estamos todos cá. Precisamos de dar as mãos, erguer o queixo e correr. Correr pela estrada a fora. Mas juntos. Todos juntos vamos conseguir. Todos juntos.